Para quem ainda gosta, aí vai o novo single dos Pearl Jam.
Daqui a pouco ponho o B-side que também já anda por aí...
Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
O DELÍRIO, meus amigos
Black Hole Sun - Chris Cornell
.
Partilho convosco este pedacinho de céu que tive o prazer de presenciar. É que bem sei que desse lado há algumas almas que partilham comigo o arrepio na espinha quando ouvem esta voz, quando ouvem este tema...A vocês, tenho a dizer-vos, o Cornell continua em muito boa forma e recomenda-se. Magnífico concerto. Ao pôr-do-sol, claro.
Domingo, 12 de Julho de 2009
Terça-feira, 7 de Julho de 2009
Esta noite sonhei com Mário Lino
Por Miguel Sousa Tavares:
«
Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
»
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Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Minimalismos à parte...

O Yann Tiersen deu boa música ontem à noite, em Famalicão.
Foi uma rockalhada mesmo à maneira, com uma execução soberba de variados instrumentos e com uma qualidade musical digna de um compositor genial.
Como já seria de esperar a Amélie não esteve na berlinda neste concerto, tendo sido invocada apenas na última performance, com uma Valse de Amelie versão pós-rock.
A postura em palco é que não impressionou nada, com os cinco elementos a deixarem-me convencida que foram à Casa das Artes apenas para prestar um serviço. Durante todo o concerto, só se ouviu um Hello e uma meia dúzia de obrigados, e ao fim de uns cronometrados 90 minutos o Monsieur Tiersen, fez uma vénia, disse adeus, saiu imediatamente do palco e não voltou sequer para repetir o agradecimento.
Mas valeu, acreditem. A banda sonora de hoje vai ser Yann Tiersen, bien sur :)
Foi uma rockalhada mesmo à maneira, com uma execução soberba de variados instrumentos e com uma qualidade musical digna de um compositor genial.
Como já seria de esperar a Amélie não esteve na berlinda neste concerto, tendo sido invocada apenas na última performance, com uma Valse de Amelie versão pós-rock.
A postura em palco é que não impressionou nada, com os cinco elementos a deixarem-me convencida que foram à Casa das Artes apenas para prestar um serviço. Durante todo o concerto, só se ouviu um Hello e uma meia dúzia de obrigados, e ao fim de uns cronometrados 90 minutos o Monsieur Tiersen, fez uma vénia, disse adeus, saiu imediatamente do palco e não voltou sequer para repetir o agradecimento.
Mas valeu, acreditem. A banda sonora de hoje vai ser Yann Tiersen, bien sur :)
Bisous
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Eleições à Benfica
Eleições no Benfica
Advogados decidem futuro presidente do Benfica
As eleições de amanhã podem ter apenas um candidato, Bruno Carvalho, que entregou uma providência cautelar alegando que Luís Filipe Vieira não pode recandidatar-se, segundo os estatutos do clube. O tribunal citou o Benfica, mas Manuel Vilarinho (presidente da Assembleia Geral) entende que a medida judicial é ineficaz e não proíbe a candidatura de Vieira. Um imbróglio jurídico.
Eh, eh, eh.... nem nas eleições se entendem. E ainda querem ganhar campeonatos! :)
Advogados decidem futuro presidente do Benfica
As eleições de amanhã podem ter apenas um candidato, Bruno Carvalho, que entregou uma providência cautelar alegando que Luís Filipe Vieira não pode recandidatar-se, segundo os estatutos do clube. O tribunal citou o Benfica, mas Manuel Vilarinho (presidente da Assembleia Geral) entende que a medida judicial é ineficaz e não proíbe a candidatura de Vieira. Um imbróglio jurídico.
Eh, eh, eh.... nem nas eleições se entendem. E ainda querem ganhar campeonatos! :)
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Só mais um bocadinho...
Ora matem a curiosidade ou as saudades com algumas das nossas aventuras por terras Belgas e Holandesas ;)
Uma aventura... na terra do faz de conta
Nesta primeira aventura, dirigida aos pequeninos, viajamos com alguns dos mais adoráveis minorcas da BD.
Eles nunca mais foram os mesmos:





Uma aventura... na terra dos eurocratas
Nesta segunda aventura, dirigida aos graúdos, fomos ver como trabalham os deputados europeus. E concluímos que todos gostaríamos de terminar a jornada como na capital da europa: Bière et Pop-Corn
Aqui fomos nós que começámos a deixar de ser os mesmos:




Uma aventura... no reino das cervejas:
Este episódio, já algo censurado, envolveu uma visita ao delirium tremens, lar de 2004 tipos diferentes de cerveja.
Aqui já não sabíamos quem eram os mesmos:


Uma aventura... na terra do faz de conta
Nesta primeira aventura, dirigida aos pequeninos, viajamos com alguns dos mais adoráveis minorcas da BD.
Eles nunca mais foram os mesmos:
Uma aventura... na terra dos eurocratas
Nesta segunda aventura, dirigida aos graúdos, fomos ver como trabalham os deputados europeus. E concluímos que todos gostaríamos de terminar a jornada como na capital da europa: Bière et Pop-Corn
Aqui fomos nós que começámos a deixar de ser os mesmos:
Uma aventura... no reino das cervejas:
Este episódio, já algo censurado, envolveu uma visita ao delirium tremens, lar de 2004 tipos diferentes de cerveja.
Aqui já não sabíamos quem eram os mesmos:
Uma aventura... no reino da princesa Zaida:
Desta aventura apenas há um registo fotográfico e, possivelmente, memorativo.
Depois de abandonarmos este bar, nunca mais fomos os mesmos:
Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Yann Tiersen
Minha Gente,
Eu... ãh... Tin Tin... ãh (é uma private de Bruxelas que depois a Gui explica, não é?)
Agora falando de questões mais sérias.
O concerto do Yann Tiersen está aí à porta.
Para os esquecidos o concerto é a 5 de Julho, Domingo, 22h00, Grande Auditório, casa das artes.
A Entrada são 25€ e a duração prevista 90 m.
Baccini
Eu... ãh... Tin Tin... ãh (é uma private de Bruxelas que depois a Gui explica, não é?)
Agora falando de questões mais sérias.
O concerto do Yann Tiersen está aí à porta.
Para os esquecidos o concerto é a 5 de Julho, Domingo, 22h00, Grande Auditório, casa das artes.
A Entrada são 25€ e a duração prevista 90 m.
É necessário levantar os bilhetes, até dia 27 (Sábado).
Quem se disponibiliza a ir à Casa das Artes?Baccini
Quarta-feira, 24 de Junho de 2009
Terça-feira, 23 de Junho de 2009
A história das coisas (em inglês)
é giro. pode ser q as meninas q gostam de lojas aprendam qlqer coisinha e quebrem a rotina consumista ;)
Domingo, 21 de Junho de 2009
" I believe I can fly"
"Aqui estamos todos,
todos reunidos,
para contar a viagem,
aos nossos amigos!"
O melhor do melhor - o meu top 10!
1- Viri a observar, com muita classe, as "montras" de umas meninas!
2- Viri com problemas de audição... "...Quê feira Nova?"
3 - A Guida que "... viu um rato, um grande rato numa banquinha duma cozinha".
4- A Nuna que numa noite em Bruxelas, num bar Africano, contactou com a Princesa Zaida e começou a afirmar : " I see dead people"
5 - Na mesma noite a simpática Milena (amiga do Viri) ofereceu vodka com mel ao pessoal e quase toda a gente passou a contactar com a Princesa Zaida.
6 - A beleza de Amsterdão.
7 - A happy hour em Bruxelas, adorei o convivio com os membros da "comissão europeia", uma miscelanea cultural muito gira e agradável!
8 - Aquela esplanada com uma musiquinha mitica de anos 90, rodeada de lojas de chocolate!
9 - A nossa visita, com o Comandante Pablito, pelas ruas de Amsterdão.
10 - O Elefante pink que "espichava" água" do cimo de um pseudo teatro, com sexo ao vivo. Muuuiiiiiito fora!
todos reunidos,
para contar a viagem,
aos nossos amigos!"
O melhor do melhor - o meu top 10!
1- Viri a observar, com muita classe, as "montras" de umas meninas!
2- Viri com problemas de audição... "...Quê feira Nova?"
3 - A Guida que "... viu um rato, um grande rato numa banquinha duma cozinha".
4- A Nuna que numa noite em Bruxelas, num bar Africano, contactou com a Princesa Zaida e começou a afirmar : " I see dead people"
5 - Na mesma noite a simpática Milena (amiga do Viri) ofereceu vodka com mel ao pessoal e quase toda a gente passou a contactar com a Princesa Zaida.
6 - A beleza de Amsterdão.
7 - A happy hour em Bruxelas, adorei o convivio com os membros da "comissão europeia", uma miscelanea cultural muito gira e agradável!
8 - Aquela esplanada com uma musiquinha mitica de anos 90, rodeada de lojas de chocolate!
9 - A nossa visita, com o Comandante Pablito, pelas ruas de Amsterdão.
10 - O Elefante pink que "espichava" água" do cimo de um pseudo teatro, com sexo ao vivo. Muuuiiiiiito fora!
bloggers
vejam-me só este blog!
http://www.diariodeumpintelho.blogspot.com/
nunca vi coisa mais horrivel... mas enfim...há gostos para tudo
espero comentários
eu e nao só, desconfio
http://www.diariodeumpintelho.blogspot.com/
nunca vi coisa mais horrivel... mas enfim...há gostos para tudo
espero comentários
eu e nao só, desconfio
Peregrinos de la Hostia - Cap. I Brussels
Meus queridos,
A pedido de muitas familias e para regozijo da comunidade caliente, aqui vai uma sucinta foto-reportagem da missão Bruxelas - Amesterdão! ;)
A pedido de muitas familias e para regozijo da comunidade caliente, aqui vai uma sucinta foto-reportagem da missão Bruxelas - Amesterdão! ;)
Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
is anybody there??
Pessoal, reforço a ideia da Sofia, já percebi que alguns andam distraídos por aí com outras touradas, mas alguém podia escrever uma linhita que fosse sobre essa viagem!Com ou sem fotos (esta é para ti Nuna). Ou deixaram o cérebro algures pela Red Light? :)
Beijinhos*
Beijinhos*
Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Pessoal...
E as fotos? E relatos dessa passagem caliente?
Uff...estamos a falhar com os pobres que cá ficaram a trabalhar!
Beijos
Uff...estamos a falhar com os pobres que cá ficaram a trabalhar!
Beijos
Quarta-feira, 10 de Junho de 2009
Next Stop: Brussels

Caros amigos,
Em nome de todos os brácaros que partem hoje para a flandres agradeço as simpáticas mensagens.
Daremos notícias, assim que possível, e traremos registos da nossa passagem por Bruxelas e Amesterdão... ou não :)
Gostaria ainda de dizer-vos que faremos um brinde por cada um de vós, desejando que ninguém falte à próxima viagem caliente ;)
Bisous
Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Bon voyage!
Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Madrid revisited
Venho por este meio informar que me vou ausentar por uma semana e permitir-me revisitar a minha cidade Erasmus :)
Se por acaso decidirem ir passar os feriados por lá, não se esqueçam de apitar.
Levo um mouro comigo (só para depois não dizerem que não avisei).
Boas férias a quem vai e um beijo grande ao Viri.
Se por acaso decidirem ir passar os feriados por lá, não se esqueçam de apitar.
Levo um mouro comigo (só para depois não dizerem que não avisei).
Boas férias a quem vai e um beijo grande ao Viri.
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